sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Estranho seria se eu não me apaixonasse.


Eu amo a imperfeição feminina, eu desejo o que não é moda, vejo a verdadeira beleza mais profundamente do que um simples padrão. Eu gosto de aprofundar conhecimentos, gosto de ler as pessoas, não me contento com capas.

Se as mulheres soubessem a sinceridade contida em cada umas dessas imperfeições e o quão isso interessa, o quão isso é bonito, elas parariam com esse descontentamento do trivial, do pequeno, do irrelevante.

Percebam o que tem além! Notem os detalhes, as reentrâncias. As “lindas” que querem ser mais que somente isso, as “feias” cheias de complexos e insatisfações... Pratiquem a liberdade de conceitos e sejam lindas de qualquer jeito.

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